Voto com Nexo · Termômetro 2026 · Estado de São Paulo · registros do TSE atualizados em 3 de outubro de 2026

Descubra qual candidatura está mais perto do que você pensa.

Setenta e duas candidaturas de São Paulo — Presidência, Governo, Senado, Câmara e Assembleia — ordenadas pelo que cada uma fez e registrou, não pelo que promete. Responda onze perguntas e a ordem passa a ser a sua.

Começar: responder às 11 perguntas Rever a introdução Ver o mapa com a régua padrão

Menos de três minutos. Nenhum dado seu é enviado ou guardado por nós — as respostas ficam só no seu aparelho.

1Você responde

Onze perguntas simples sobre o que importa para você. Sem resposta certa.

2O mapa se reorganiza

Cada candidatura ganha uma nota de 0 a 10 pela distância entre o que você marcou e o que ela fez.

3Você confere a prova

Toque numa candidatura e veja de onde veio cada nota, com a fonte a um clique.

O método completo, a origem dos dados e a política de privacidade estão nos termos de uso. Aviso. Este aplicativo é uma ferramenta de simulação baseada em dados públicos e critérios definidos pelo usuário. Não reflete intenção de voto oficial, não possui vínculo com o TSE e não é um guia definitivo de elegibilidade.

Introdução

Dois minutos: o que são as perguntas, como o resultado aparece e por que os ajustes são opcionais.

Onze perguntas

Uma por vez. Você pode voltar e mudar qualquer resposta.

Não existe resposta certa aqui. toque para recolher

Estas onze perguntas não testam conhecimento e não julgam ninguém: elas só contam ao mapa o que importa para você, para que a ordem das candidaturas seja a sua e não a de quem montou a página. Cada pergunta explica, logo abaixo dela, por que está sendo feita. Em qualquer uma você pode responder que não tem preferência. Nada é enviado a lugar nenhum: fica só no seu navegador.

A sua régua

O que as suas respostas disseram ao mapa, antes de qualquer nome aparecer.

Ajustes finos

Pesos, lado de cada tema e o que elimina. Tudo aqui é opcional: as perguntas já preenchem isto.

Ajuste o mapa aos seus valores

As notas de cada candidatura são fatos apurados e não mudam. O que muda é o quanto cada tema conta para você — e qual lado de cada tema você prefere.

refazer as 11 perguntas
O que um alerta crítico faz com a lista
Quando um tema não tem dado, ele entra como 5 — meio a meio — com metade do peso. Sem isso, uma candidatura avaliada em apenas 1 ou 2 temas pode aparecer no topo com nota alta só porque há pouca informação sobre ela, o que não é a mesma coisa que estar perto dos seus valores. Cada cartão mostra as duas notas: a média só dos temas com dado e a nota ajustada. Presidente, governador, senador e deputado não fazem a mesma coisa. Com esta opção ligada, cada camada do mapa dá mais peso aos temas que aquele cargo efetivamente decide — o Senado pesa mais em instituições porque aprova ministros do STF; a Câmara pesa mais em leis de trabalho e impostos porque é onde elas nascem; o governo do estado pesa mais em saúde, saneamento e gestão, e quase nada em jornada de trabalho, que é lei federal.

Termos de uso e método

Tudo o que a ferramenta faz, como calcula, de onde tira os dados e o que faz com os seus — que é nada.

1. O que esta ferramenta é, e o que não é

Aviso. Este aplicativo é uma ferramenta de simulação baseada em dados públicos e critérios definidos pelo usuário. Não reflete intenção de voto oficial, não possui vínculo com o TSE e não é um guia definitivo de elegibilidade.

Sobre o método, para que não reste dúvida de parcialidade: a ordem das candidaturas não é escolhida por ninguém — ela é calculada. As notas por tema vêm de fatos verificáveis, cada um com fonte no cartão da candidatura; os pesos e a direção de cada tema são definidos por quem usa a ferramenta, no painel do topo; e a mesma fórmula é aplicada às 72 candidaturas, sem exceção manual. Trocando as respostas do questionário, a ordem se inverte — e essa é a prova de que o resultado reflete os valores de quem responde, não os de quem programou. Fato ainda não julgado nunca é tratado como culpa: acusações aparecem identificadas como tais, com a negativa do acusado quando existe. Erro apontado é erro corrigido: se você encontrar dado incorreto ou link fora do ar, o cartão traz a fonte para conferência.

2. Privacidade: nenhum dado seu é coletado

A ferramenta é uma página única, sem servidor próprio, sem cadastro, sem cookies de rastreamento e sem qualquer serviço de análise de audiência. As suas respostas às perguntas e os ajustes que você fizer ficam gravados apenas no armazenamento local do seu navegador, no seu aparelho, para que a página lembre a sua régua na próxima visita; eles nunca saem do aparelho e podem ser apagados a qualquer momento com o botão "limpar e recomeçar" ou limpando os dados do navegador. Ninguém — nem quem fez a ferramenta — tem acesso ao que você respondeu. Os links de fonte abrem sites de terceiros (TSE, Câmara, tribunais, veículos de imprensa), que têm as suas próprias políticas de privacidade.

3. Como a nota é calculada

A aba Relatório gera, no seu aparelho, um texto individual a partir das suas respostas: a sua régua por extenso, as candidaturas mais próximas e mais distantes em cada cargo, os motivos e a segurança da pesquisa. As fontes gerais estão em Na prática.

O que a nota mede

O quanto a candidatura converge com a sua régua. Não é nota de mérito nem recomendação de voto: é a distância entre o que você disse valorizar e o que cada uma fez.

O que os selos fazem

O alerta, em vermelho, marca fato documentado que pesa contra qualquer candidatura — condenação, falta de transparência, desinformação reconhecida pela Justiça, fala que ataca ou banaliza violência contra um grupo. A posição, em cinza, marca escolha política registrada, que é defeito para uns e virtude para outros. Se um selo elimina ou apenas pesa é decisão sua, tomada no painel abaixo.

Por que a viabilidade fica à parte

A coluna da direita não entra na média. A escolha entre convicção e cálculo permanece com o leitor.

Quanto confiar em cada nota

Cada linha traz o grau de segurança da pesquisa — quanta informação encontramos e de que qualidade, e não um juízo sobre a pessoa. Clique nele e o mapa abre os dois critérios usados e mostra, tema a tema, o que foi encontrado e o que não foi.

A barra colorida de cada candidatura significa isto — quanto mais escura, mais perto dos seus valores:

0 a 2 · vai contra o que você quer
2 a 4 · longe do que você quer
4 a 6 · meio a meio
6 a 8 · perto do que você quer
8 a 10 · bem perto do que você quer

Como ler cada linha

01A posição

O número 1 é a candidatura mais próxima dos seus valores, e a lista segue em ordem até a mais distante. Quem não tem informação suficiente para nota fica no fim, sem número.

7,8A nota

De 0 a 10, o quanto a candidatura se parece com o que você marcou. A barra repete a nota: cinza-claro é longe, verde-escuro é perto. Não é nota de bom ou ruim — é distância até você.

Os cinco temas

Sempre nesta ordem: saúde, trabalho, impostos, instituições e direitos. Barra alta = parecido com o que você quer; barra baixa = contrário; traço = não encontramos informação, que não é o mesmo que nota zero.

2 contradições documentadas ?Coerência

Quando a candidatura disse ou fez uma coisa e, sobre o mesmo tema, disse ou fez o oposto — os dois lados datados e com fonte. Aparece como marca cinza na linha e como quadro próprio no cartão, ao lado das checagens de agências independentes. Não muda a nota: mede coerência, não alinhamento.

alerta ?Os selos, e os dois tipos que existem

O alerta, em vermelho, marca um fato documentado que pesa contra qualquer candidatura, seja qual for a sua régua: condenação em vigor, falta de transparência, desinformação reconhecida pela Justiça, discurso de ódio contra um grupo, negação de violência do Estado. A posição, em cinza, marca uma escolha política registrada, que é defeito para uns e virtude para outros — e que já está medida na nota do tema. Clique em qualquer selo para ver o que o disparou e a fonte.

A segurança da pesquisa

Não é sobre a candidatura, é sobre a nossa pesquisa: quanto a nota aguenta de peso: quantos temas têm informação e se ela veio de documento oficial. Clique nela para ver os critérios abertos.

37%A viabilidade

Intenção de voto nas pesquisas. Nunca entra na nota — fica separada, à direita, para a escolha entre convicção e cálculo continuar sendo sua.

Como o grau de segurança da pesquisa é calculado (ele descreve a qualidade da informação encontrada, não a pessoa): cobertura é o número de eixos, de zero a cinco, em que existe evidência localizada. Fonte é primária quando ao menos uma das referências da candidatura vem de votação nominal da Câmara ou do Senado, decisão do STF ou de tribunal, plano de governo protocolado no TSE, ato oficial de casa legislativa ou manifestação do Ministério Público; é secundária quando só há cobertura jornalística, questionário de veículo ou programa partidário atribuído a quem não tem plataforma própria. Segurança alta exige fonte primária, ao menos três eixos cobertos e plataforma própria; segurança média exige fonte primária com dois eixos, ou quatro eixos com fonte secundária; o restante é segurança baixa. Nenhum grau de segurança altera a nota — ele diz apenas quanto peso a nota suporta.

Regra de peso: um voto dado com maioria quase unânime não revela preferência e entra na nota com peso reduzido — é o caso da PEC do fim da escala 6x1, aprovada por 472 a 22. A isenção do IR, aprovada por 493 a zero, foi retirada da comparação por não separar ninguém, e substituída pela emenda do Imposto sobre Grandes Fortunas, rejeitada por 262 a 136. Autoria, relatoria e presidência de comissão pesam mais que acompanhar a maioria. Na camada da ALESP, a base é levantamento jornalístico de 23.8.2026, ainda não conferido nas atas da Assembleia, e a Assembleia não publica votação nominal em formato aberto — por isso aquela camada inteira carrega segurança menor.

Pesquisas de intenção de voto usadas na coluna de viabilidade, com os elementos que a Resolução TSE nº 23.600/2019 exige para divulgação. Presidência: Genial/Quaest, contratada por Editora Globo e Globo Comunicação e Participações S.A., coleta de 30.8 a 1.9.2026, 2.004 entrevistados, margem de erro de 2 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, registro TSE BR-07065/2026. Governo de São Paulo: Datafolha, contratada por Folha de S.Paulo e TV Globo, coleta de 18 a 19.8.2026, 1.610 entrevistados em 65 municípios, margem de 2 pontos, 95% de confiança, registros SP-01806/2026 e BR-07185/2026. Senado, apresentado como faixa entre o menor e o maior valor de três pesquisas, porque a dispersão entre elas excede as margens declaradas: Datafolha, contratada por Folha de S.Paulo e TV Globo, 18 a 21.8.2026, 1.610 entrevistados, margem de 2 pontos, 95%, registro SP-01806/2026; Genial/Quaest, contratada por Globo Comunicação e Participações S.A., 21 a 24.8.2026, 1.800 entrevistados, margem de 2 pontos, 95%, registro SP-06946/2026; Real Time Big Data, contratada pelo próprio instituto, 19 a 22.8.2026, 2.000 entrevistados, margem de 2 pontos, 95%, registro SP-01347/2026. Onde uma candidatura aparece em uma só pesquisa, o valor é o daquela pesquisa. Câmara e Assembleia não têm coluna de viabilidade porque não há pesquisa registrada por candidatura em eleição proporcional.

Notas: acusações não julgadas aparecem sempre qualificadas como tais e não compõem nota. Onde a evidência não foi localizada, o eixo aparece vazio e a candidatura recebe a marca de segurança baixa em vez de nota presumida.

Canal de correção: qualquer candidatura, partido ou leitor que identifique erro de fato, fonte quebrada ou informação desatualizada pode pedir correção pelo e-mail contato@votocomnexo.com.br, e o pedido será examinado contra a fonte primária. Correções ficam registradas com data. A ferramenta não recebe apoio financeiro de partido, candidatura ou coligação.

4. De onde vêm os dados

De onde vêm estes dados

Registros de candidatura, planos de governo e bens declarados vêm do DivulgaCandContas e do repositório de dados abertos do TSE. Os votos de cada deputado foram apurados por nós, um a um, no portal de dados abertos da Câmara dos Deputados, e somados por partido — não copiamos resumo de terceiros. Decisões judiciais vêm dos portais do STF, do STJ e dos tribunais estaduais. Checagens de fatos vêm de Aos Fatos e Agência Lupa. Tudo o mais é reportagem datada, com veículo identificado. Cada afirmação deste mapa tem, no cartão da candidatura, o endereço da fonte que a sustenta.

5. Acesso e apoio financeiro

O acesso é inteiramente gratuito, para todos os cargos, sem cadastro, sem chave e sem pagamento. A ferramenta não coleta nada: as suas respostas ficam apenas no seu aparelho e não são enviadas a servidor nenhum. Quem quiser colaborar para manter o projeto ativo pode fazê-lo por Pix, de forma voluntária; nenhuma contribuição altera nota, ordem no mapa ou conteúdo de ficha, e o projeto não recebe apoio de partido, candidatura, coligação ou empresa.

A ferramenta é inteiramente gratuita e continuará assim. Quem quiser pode contribuir voluntariamente, por Pix, com qualquer valor; nenhuma contribuição altera nota, ordem ou conteúdo, e nenhuma dá acesso a nada que os demais não tenham.

6. Uso e compartilhamento

A ferramenta pode ser compartilhada livremente, por qualquer meio, sem custo. Não pode ser alterada para apresentar ordem, nota ou fato diferente do que consta aqui, nem apresentada como material oficial, de partido, de candidatura ou de órgão público. As candidaturas são tratadas pelos mesmos critérios, escritos e verificáveis; qualquer pessoa pode conferir a fonte de cada afirmação no cartão correspondente.

Posicionamento prático dos partidos e das candidaturas

O que cada votação decidia, como cada deputado e cada partido votou de fato, o desempenho no mandato, quem tem tempo de TV e as fontes gerais.

As cinco votações, explicadas

Antes de olhar quem votou o quê, o que estava em jogo em cada uma — sem termo técnico e sem adjetivo, com o argumento dos dois lados.

Licenciamento ambiental · PL 2159/2021

Licenciamento é a autorização que o poder público dá antes de uma obra começar — estrada, mineração, indústria, grande plantio — para avaliar o estrago que ela pode causar. O projeto criou uma licença por autodeclaração: em vários casos o empreendedor preenche um formulário pela internet e já pode iniciar a obra, sem análise prévia do órgão ambiental. Quem defende diz que o processo antigo demorava anos, travava investimento e emprego, e que a fiscalização continua existindo depois de a obra começar. Quem é contra diz que tirar a análise prévia joga o risco para a população vizinha, porque dano ambiental raramente se desfaz depois. Aprovado por 267 a 116 em 16.7.2025; o presidente vetou trechos e o Congresso derrubou os vetos em novembro de 2025.

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Isenção do imposto de renda · PL 1087/2025

Quem ganha até R$ 5.000 por mês deixou de pagar imposto de renda, e quem ganha até R$ 7.350 passou a pagar menos. Para compensar, criou-se uma cobrança mínima sobre quem recebe mais de R$ 600 mil por ano — R$ 50 mil por mês —, chegando a 10% acima de R$ 1,2 milhão por ano. Quem defende diz que corrige uma tabela defasada e cobra de quem hoje paga proporcionalmente menos. Quem é contra diz que tributar dividendos desestimula investimento. Na prática houve pouca disputa: aprovado por 493 a zero — por isso este voto quase não distingue candidaturas. Virou a Lei 15.270/2025.

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Imposto sobre Grandes Fortunas · emenda ao PLP 108/2024

A Constituição prevê desde 1988 um imposto sobre grandes fortunas que nunca foi criado. Esta emenda o criaria: uma cobrança anual de 0,5% a 1,5% sobre o patrimônio de quem tem mais de R$ 10 milhões líquidos, com faixas progressivas e exclusões — um imóvel residencial de até R$ 2 milhões, instrumentos de trabalho até R$ 500 mil. Quem defende diz que o Brasil cobra muito de consumo, que pesa mais sobre quem ganha pouco, e quase nada de patrimônio, que se concentra no topo. Quem é contra diz que o imposto afugentaria investimento, provocaria saída de capital do país e seria caro de fiscalizar, porque exigiria avaliar patrimônio todo ano, inclusive no exterior. Rejeitada por 262 a 136 em 30.10.2024. É a votação sobre tributação que realmente divide as bancadas — por isso substituiu, neste mapa, a isenção do imposto de renda, que passou sem disputa.

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Penas do 8 de janeiro · PL 2162/2023

Em 8 de janeiro de 2023, manifestantes invadiram e depredaram as sedes do Congresso, do Palácio do Planalto e do Supremo. Parte foi julgada e condenada. Este projeto reduz as penas aplicadas. Quem defende diz que as penas foram desproporcionais para quem apenas esteve no local sem planejar nada, e que a lei só ajusta a dose. Quem é contra diz que na prática funciona como anistia disfarçada e enfraquece a punição de ataque às instituições. Aprovado por 291 a 148 em 9.12.2025; virou lei depois de o Congresso derrubar o veto presidencial em 30.4.2026. Foi a votação mais disputada das quatro, e por isso a que mais separa as candidaturas neste mapa.

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Fim da escala 6x1 · PEC 221/2019

Escala 6x1 é trabalhar seis dias e folgar um — comum no comércio, em serviços e na segurança. A proposta reduz a jornada para quatro dias e 36 horas semanais, sem corte de salário. Quem defende diz que jornada longa adoece, e que reduzir horas não reduziu emprego quando as férias passaram a 30 dias. Quem é contra diz que aumenta o custo de contratar e pesa sobre pequenos negócios e setores que funcionam todos os dias. Aprovada na Câmara em 27.5.2026, por 472 a 22 no primeiro turno e 461 a 19 no segundo. Aprovada na CCJ do Senado em 2.9.2026, com o plenário adiado — ainda não é lei, e o presidente do Senado disse que só será votada depois das eleições.

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A prova dos votos

Voto nominal registrado na API da Câmara — o único material que separa discurso de prática.

Deputado federalLicenciamento ambiental
PL 2159/2021 · 16.7.2025
267 × 116
Imposto sobre Grandes Fortunas
emenda ao PLP 108/2024 · 30.10.2024
136 × 262 · rejeitada
Dosimetria do 8 de janeiro
PL 2162/2023 · 9.12.2025
291 × 148
Fim da escala 6x1
PEC 221/2019 · 27.5.2026
472 × 22
Erika Hilton (PSOL)NãoSimNãoSim
Alencar Santana (PT)NãoSimNãoSim
Orlando Silva (PCdoB · Campinas)NãoSimNãoSim
Tabata Amaral (PSB)NãoausenteNãoSim
Jonas Donizette (PSB · Campinas)NãoSimSimSim
Baleia Rossi (MDB · Piracicaba)ausenteausenteSimSim
Carlos Sampaio (PSD · Campinas)SimausenteSimSim
Miguel Lombardi (PL · Limeira)SimNãoSimSim

A coluna tributária desta tabela era, até a edição anterior, a isenção do imposto de renda — e foi trocada por um motivo simples, levantado por quem usa este mapa: aquela votação passou por 493 a zero e, por isso, não separa ninguém. Entrou no lugar a emenda que criaria o Imposto sobre Grandes Fortunas, rejeitada por 262 a 136 em 30.10.2024, que separa. A PEC do fim da escala 6x1, aprovada por 472 a 22, permanece na tabela mas continua entrando na nota com peso reduzido, pela mesma razão de quase unanimidade. O que discrimina, portanto, são três votações: o licenciamento ambiental, o Imposto sobre Grandes Fortunas e a dosimetria das penas do 8 de janeiro — esta última acionando o critério eliminatório de anistia ao 8 de janeiro em Jonas Donizette, Baleia Rossi, Carlos Sampaio e Miguel Lombardi.

Três ausências precisam ser lidas com cuidado, porque não são voto contrário: Tabata Amaral, Baleia Rossi e Carlos Sampaio não registraram voto na emenda do Imposto sobre Grandes Fortunas. Neste mapa, ausência não vira nota baixa nem nota alta — o tema fica sem nota para os três, e é por isso que o cartão de cada um mostra um traço, e não um número, no eixo de impostos. Fonte: API de dados abertos da Câmara dos Deputados, votações 257161-454, 2438459-77, 2358548-89 e 2233802-438, apuradas por nós voto a voto no dado bruto.

A PEC do fim da escala 6x1 é a PEC 221/2019; a PEC 8/2025, de autoria de Erika Hilton, foi desapensada e arquivada em 27.5.2026 depois que seu conteúdo — jornada de quatro dias e 36 horas semanais — foi incorporado ao substitutivo do relator. A matéria foi aprovada na CCJ do Senado em 2.9.2026, teve a votação em Plenário adiada por obstrução no mesmo dia, e o presidente David Alcolumbre declarou que o Plenário só votará depois das eleições. É o ponto em que a régua e o calendário se cruzam: a promessa de campanha de setembro será cobrada em novembro.

Fora do escopo paulista, mas incluído por ter sido frequentemente citado como se disputasse vaga em São Paulo: Sergio Moro (PL) disputa o governo do Paraná, não uma vaga no Senado. O PSD paranaense pediu ao TRE-PR o indeferimento do registro por ausência de plano de governo, pedido ainda pendente. O STF reconheceu sua parcialidade no julgamento de Lula em 23.3.2021 na Segunda Turma e confirmou a suspeição no Plenário em 23.6.2021, por 7 votos a 4. Posicionou-se contra a PEC do fim da escala 6x1 em maio de 2026, apoiando a proposta alternativa de Rogério Marinho que mantém as 44 horas, e não compareceu à votação da CCJ em 2.9.2026; confirmou voto favorável ao PL da dosimetria em 10.12.2025.

Quem tem microfone

O horário eleitoral gratuito foi ao ar em 28.8 e vai até 1.10. O tempo não é igual, e a desigualdade é a informação.

PresidênciaTempo por blocoInserções em 35 diasGoverno de São PauloTempo
Lula (PT)5 min 31 s433Tarcísio de Freitas (Republicanos)6 min 20 s
Flávio Bolsonaro (PL)4 min 20 s339Fernando Haddad (PT)2 min 39 s
Ronaldo Caiado (PSD)2 min 02 s159Vera Lúcia, Carlos Machado, Izadora Dias, Vivian Mendes, Policial Edjanesem tempo
Augusto Cury (Avante)35 s47——
Zema, Renan Santos e as nove demais candidaturassem tempo———

Este é o dado que mais deveria pesar na sua decisão sobre convicção e viabilidade, e ele não aparece em nenhuma pesquisa. Quatro das treze candidaturas à Presidência têm rádio e televisão; nove não têm nada. Em São Paulo, duas das sete têm tempo dedicado; cinco não têm. E as cinco que ficaram sem microfone no estado — PSTU, PCB, PCO, UP e Agir — incluem exatamente as três que ocupam a faixa mais quente do seu mapa. A distribuição não é acidente: o artigo 47 da Lei 9.504/1997 divide o tempo entre uma fração igualitária e uma fração proporcional à bancada da Câmara apurada em 2022, de modo que o mapa de calor mede convergência e a tabela acima mede quem consegue ser ouvido. São duas coisas diferentes, e confundi-las seria o erro mais fácil deste documento.

DebateData · veículoCompareceramFaltaram
Governo de São Paulo9.8.2026 · BandTarcísio de Freitas, Fernando Haddad e demais candidaturas—
Presidência · 1º debate23.8.2026 · Band, Cultura, Gazeta e Jovem PanRonaldo Caiado, Augusto Cury, Renan SantosLula, Flávio Bolsonaro, Romeu Zema
Presidência · 2º debate14.9.2026 · pool CNN, SBT, RedeTV! e Rede Vidaa confirmar
Presidência · 3º debate27.9.2026 · Record e Estadãoa confirmar
Presidência · 4º debate1.10.2026 · TV Globoa confirmar

No primeiro debate presidencial os dois primeiros colocados nas pesquisas não foram, e o terceiro colocado foi. Caiado chamou os ausentes de "dois fugitivos" e Renan Santos exibiu fraldas com os nomes de Lula e Flávio. Os temas foram segurança pública, educação, direitos das mulheres e agronegócio: nas fontes consultadas, não houve discussão de SUS, escala 6x1, tributação de altas rendas ou anistia do 8 de janeiro — ou seja, quatro dos cinco eixos da sua régua não foram ao ar no único debate presidencial já realizado. No debate paulista de 9.8, a pauta foi segurança pública e saneamento, com a Sabesp no centro; também sem SUS, jornada ou tributação estadual estruturada.

Quem afirmouO que afirmouVeredictoAgência · data
Tarcísio de FreitasHaddad não entregou nenhuma UPA como prefeitoFalso — entregou três entre 2014 e 2016Lupa · 9.8
Tarcísio de FreitasPosição de São Paulo no ranking do IdebFalsoLupa · 9.8
Tarcísio de FreitasMenor indicador de latrocínios da históriaVerdadeiroLupa · 9.8
Fernando HaddadTarcísio prometeu isenção de IR estadual até R$ 5 milFalsoLupa · 9.8
Fernando HaddadSelic deixada por Campos Neto em 14,25%Exagerado — era 12,25%Lupa · 9.8
Ronaldo Caiado"Acabou a criminalidade nas escolas" em GoiásFalsoAos Fatos · 23.8
Ronaldo CaiadoMaior parte do território está "confiscado pelas facções"Sem sustentaçãoAos Fatos · 23.8
Renan Santos"Pessoas não estão conseguindo comer mais"FalsoAos Fatos · 23.8
Augusto CuryRegras para beneficiários do Bolsa Família com carteira assinadaFalso — a regra já existeAos Fatos · 23.8
Flávio Bolsonaro"Nunca questionei o sistema eleitoral"Falso — declarações entre 2014 e 2022Lupa · 28.8
Flávio BolsonaroPix criado no governo BolsonaroFalso — concebido no governo TemerLupa · 28.8
Lula"Não conheço essa moça" (lobista citada na entrevista)FalsoAos Fatos · 27.8
LulaDeixou o país crescendo 7,5% em 2010Verdadeiro — IBGE, 7,53%Aos Fatos · 27.8
LulaQuadrilha da fraude do INSS formou-se em 2019EnganosoAos Fatos · 27.8

A checagem não substitui a régua, mas a protege. Nenhuma das candidaturas checadas saiu ilesa, inclusive as que ocupam a faixa morna deste mapa — e é isso que impede o documento de virar torcida. Registre-se o assimétrico: as afirmações de Flávio Bolsonaro checadas em 28.8 incluem duas sobre a própria conduta institucional, entre elas a negativa de já ter questionado o sistema eleitoral, contradita por declarações suas entre 2014 e 2022, o que toca diretamente o eixo de instituições.

A Justiça Eleitoral já interveio três vezes na propaganda deste ciclo, e as três decisões desenham o critério. Em 30.8 a ministra Estela Aranha suspendeu liminarmente a peça da campanha de Lula que associava Flávio Bolsonaro a organizações criminosas, por extrapolar os limites da crítica política. Em 2.9 o presidente do TSE, Nunes Marques, determinou em 24 horas a remoção de vídeos do deputado Filipe Barros e de perfis associados que comparavam o PT a símbolo nazista e o ligavam ao PCC, com bloqueio pela plataforma em caso de descumprimento. E na mesma data manteve no ar a peça que liga Flávio Bolsonaro ao Banco Master, sob o fundamento de que os fatos foram reconhecidos pelo próprio e de que cabe à Justiça Eleitoral intervenção mínima no debate político. O critério que emerge é o de que fato reconhecido pode ser dito, e imputação de conduta ilícita sem lastro, não.

Como cada partido votou

Dezenove partidos, cinco votações. Apuramos deputado por deputado no dado bruto da Câmara e somamos — não copiamos resumo de terceiros.

Partido Licenciamento ambiental
Sim · Não  |  267 × 116
Imposto sobre Grandes Fortunas
Sim · Não  |  136 × 262 · rejeitada
Isenção do IR
Sim · Não  |  493 × 0
Penas do 8 de janeiro
Sim · Não  |  291 × 148
Fim da escala 6x1
Sim · Não  |  461 × 19
PT1 · 5763 · 066 · 00 · 6565 · 0
PL73 · 10 · 7182 · 075 · 181 · 9
União Brasil40 · 43 · 3757 · 047 · 447 · 1
PP36 · 32 · 3648 · 039 · 240 · 1
PSD26 · 53 · 3044 · 024 · 1241 · 1
MDB27 · 14 · 2839 · 025 · 533 · 2
Republicanos30 · 03 · 3544 · 032 · 239 · 0
PSB2 · 610 · 016 · 01 · 1216 · 0
PDT6 · 718 · 015 · 01 · 139 · 0
PSDB8 · 02 · 713 · 010 · 216 · 0
Podemos6 · 32 · 915 · 014 · 127 · 0
PCdoB0 · 77 · 09 · 00 · 911 · 0
PSOL0 · 128 · 014 · 00 · 1212 · 0
Novo4 · 00 · 45 · 05 · 00 · 4
Avante4 · 22 · 27 · 06 · 15 · 0
Solidariedade0 · 13 · 05 · 04 · 16 · 0
PV0 · 44 · 04 · 00 · 36 · 0
Rede0 · 11 · 01 · 00 · 34 · 0
Cidadania2 · 11 · 14 · 03 · 01 · 0

A coluna do Imposto sobre Grandes Fortunas entrou aqui por uma razão específica, levantada por quem usa este mapa: a isenção do imposto de renda passou por 493 a zero e, por isso, não separa ninguém. A do IGF, rejeitada por 262 a 136, separa — e separa com nitidez. PT, PSB, PDT, PCdoB, PSOL, PV, Rede e Solidariedade votaram fechados a favor; PL e Novo votaram fechados contra, 71 a zero e 4 a zero; União, PP, PSD, MDB, Republicanos e Podemos votaram majoritariamente contra; Avante e Cidadania se dividiram ao meio. É, das cinco, a votação que melhor mostra onde cada partido está no tema tributário.

Nas penas do 8 de janeiro, decidida por 291 a 148, PT, PSOL, PCdoB, PV e Rede votaram em bloco contra; PL, Republicanos, União, PP e Avante, majoritariamente a favor; PSD e MDB ficaram divididos, com 12 e 5 votos contrários. Na escala 6x1 o único partido inteiramente contra foi o Novo, com quatro votos, e o PL concentrou nove dos dezenove votos contrários apesar de a maioria da bancada ter votado a favor.

Advertência que vale para toda a tabela: comportamento de bancada descreve o partido, não a pessoa. Vários candidatos votaram contra a maioria da própria legenda. Por isso a nota de cada candidatura neste mapa usa o voto individual quando ele existe, e nunca o do partido — e quando o deputado não registrou voto, o tema fica sem nota, porque ausência não é posição.

Desempenho no mandato

Dois indicadores que não são de valores, e sim de trabalho: quanto dinheiro o parlamentar levou para onde, e se ele aparece para votar.

Por que estes números ficam fora da nota: emenda alta não é boa nem ruim em si, e faltar a uma votação pode ser missão oficial ou licença médica. Misturar isso com alinhamento de valores tornaria a nota impossível de interpretar. Ficam à parte, à vista, para você julgar.

Deputado federalEmendas 2025–2026
nº · valor empenhado
Destinado à saúde
empenhado · pago
Presença em votações
549 votações nominais
Jonas Donizette (PSB · Campinas)19 · R$ 81,6 miR$ 49,2 mi · R$ 42,5 mi88,0%
Miguel Lombardi (PL · Limeira)12 · R$ 79,3 miR$ 46,7 mi · R$ 24,1 mi87,6%
Alencar Santana (PT)42 · R$ 69,3 miR$ 37,6 mi · R$ 28,5 mi86,9%
Tabata Amaral (PSB)39 · R$ 56,7 miR$ 31,3 mi · R$ 19,7 mi86,3%
Sâmia Bomfim (PSOL)30 · R$ 45,1 miR$ 20,9 mi · R$ 15,0 mi81,6%
Orlando Silva (PCdoB · Campinas)26 · R$ 76,7 miR$ 42,2 mi · R$ 37,8 mi80,7%
Carlos Sampaio (PSD · Campinas)27 · R$ 71,1 miR$ 40,6 mi · R$ 28,3 mi80,7%
Erika Hilton (PSOL)25 · R$ 62,1 miR$ 32,4 mi · R$ 14,8 mi76,0%
Baleia Rossi (MDB · Piracicaba)20 · R$ 75,1 miR$ 40,2 mi · R$ 34,3 mi59,0%

A presença foi calculada por nós, votação por votação: das 3.247 registradas no Plenário entre 1.1.2025 e 31.8.2026, 549 tiveram voto individual registrado, e contamos em quantas cada deputado apareceu. As demais foram simbólicas, sem registro nominal, e por isso não entram na conta. Baleia Rossi, presidente nacional do MDB, é o único abaixo de 60% — o que tem explicação possível em agenda partidária, mas é um dado que o eleitor tem o direito de ver. Fonte: dados abertos da Câmara.

As emendas vêm da Consulta de Emendas Parlamentares do Portal da Transparência, com dados até 3.9.2026. Há uma limitação que precisa ficar dita: 37% das emendas destes nove deputados estão classificadas como "MÚLTIPLO" — repasse a fundo estadual ou distribuído entre vários municípios —, o que impede confirmar quanto chegou a cada cidade da região de Campinas. A única emenda com destino municipal explícito na região entre os nove é uma de Sâmia Bomfim, de R$ 285 mil para Campinas, na função Educação. Isso é especialmente relevante no caso de Jonas Donizette, ex-prefeito de Campinas, cujas maiores emendas de saúde estão sob essa rubrica e não puderam ser confirmadas nem descartadas como destinadas à cidade. Fonte: Portal da Transparência.

Financiamento de campanha — por que ainda não está aqui. Este seria o terceiro indicador, e provavelmente o mais revelador: quem banca uma campanha é dado mais estável do que qualquer promessa. Consultamos o TSE candidatura por candidatura, nas 35 disputas de Presidência, governo de São Paulo e Senado, e o campo de prestação de contas está vazio em todas. Não é falha de busca: o prazo legal de entrega da primeira prestação parcial das Eleições 2026 é 13 de setembro de 2026, uma semana depois desta coleta. A partir de 14 de setembro o dado passa a existir no mesmo endereço já mapeado. Registre-se, para evitar confusão: o valor que o TSE já publica hoje é o teto de gastos, não o arrecadado — Tarcísio e Haddad, por disputarem o mesmo cargo, têm exatamente o mesmo teto, de R$ 26.683.209,24. Fonte: DivulgaCandContas.

Fontes gerais

Referências que sustentam o mapa inteiro, e não uma candidatura só. As fontes específicas de cada uma estão dentro do seu cartão.

  1. Tribunal Superior Eleitoral. DivulgaCandContas — registros de candidatura, planos de governo, bens declarados e prestação de contas. Disponível em: https://divulgacandcontas.tse.jus.br/
  2. Tribunal Superior Eleitoral. Resolução nº 23.776, de 25 de agosto de 2026 — plano de mídia do horário eleitoral gratuito. Disponível em: tse.jus.br/legislacao/compilada/res/2026/resolucao-no-23-776
  3. Tribunal Superior Eleitoral. Resolução nº 23.760, de 2 de março de 2026 — calendário eleitoral. Disponível em: tse.jus.br/legislacao/compilada/res/2026/resolucao-no-23-760
  4. Câmara dos Deputados. API de dados abertos — votações nominais em Plenário. Votações 257161-454 (licenciamento ambiental, 16.7.2025), 2487436-169 (isenção do IR, 1.10.2025), 2358548-89 (dosimetria do 8 de janeiro, 9.12.2025) e 2233802-438 (PEC 221/2019, fim da escala 6x1, 27.5.2026). Disponível em: dadosabertos.camara.leg.br/api/v2/votacoes
  5. Senado Federal. Sancionada isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês — Lei 15.270/2025, 27.11.2025. Disponível em: www12.senado.leg.br/noticias/materias/2025/11/27
  6. Senado Federal. Congresso derruba veto e possibilita redução de penas pelo 8 de janeiro, 30.4.2026. Disponível em: www12.senado.leg.br/noticias/materias/2026/04/30
  7. Agência Brasil. CCJ do Senado aprova PEC que acaba com a jornada 6x1, 2.9.2026. Disponível em: agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-09
  8. Supremo Tribunal Federal. STF invalida regra de sobras eleitorais — ADIs 7.228, 7.263 e 7.325, 28.2.2024. Disponível em: portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=528283
  9. Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo. Quociente eleitoral e partidário: por que o mais votado pode não ser eleito, junho de 2026. Disponível em: tre-sp.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Junho
  10. Aos Fatos. Checamos o debate presidencial da Band, 23.8.2026. Disponível em: aosfatos.org/noticias/checamos-debate-presidencial-band
  11. Aos Fatos. Checamos a entrevista de Lula à TV Globo, 27.8.2026. Disponível em: aosfatos.org/noticias/checamos-entrevista-lula-globo
  12. Agência Lupa. Checagem da entrevista de Flávio Bolsonaro ao Jornal Nacional, 28.8.2026. Disponível em: agencialupa.org/checagem/2026/08/28
  13. Agência Lupa. Checagem do primeiro debate com candidatos ao governo de São Paulo, 9.8.2026. Disponível em: agencialupa.org/noticias/2026/08/09
  14. Consultor Jurídico. Posts ligando candidatos a facções turvam a tolerância do TSE a críticas eleitorais, 1.9.2026. Disponível em: conjur.com.br/2026-set-01
  15. Gazeta do Povo. Pesquisa Quaest para presidente — registro TSE BR-07065/2026, setembro de 2026. Disponível em: gazetadopovo.com.br/eleicoes/2026/pesquisa-eleitoral-2026
  16. Brasil. Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965 — Código Eleitoral, arts. 106 a 109; Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997, art. 47; Lei nº 13.165, de 29 de setembro de 2015; Lei nº 15.270, de 26 de novembro de 2025.

Data de corte de toda a pesquisa: 6 de setembro de 2026. Registros de candidatura, coligações e decisões judiciais mudam até a véspera da eleição — o que está aqui é uma fotografia datada, não um prognóstico.